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Clubhouse: entenda tudo sobre a nova rede social do momento!

Clubhouse: entenda tudo sobre a nova rede social do momento!

Na última semana, mais um aplicativo chegou para virar tendência nas redes sociais

E, se você está por dentro do que acontece no mundo digital, já deve imaginar que estamos falando do Clubhouse, que ultrapassou o TikTok no interesse de busca no início de fevereiro. 

Continue acompanhando o texto e entenda tudo sobre a nova rede social do momento!

Na última semana, mais um aplicativo chegou para virar tendência nas redes sociais.  E, se você está por dentro do que acontece no mundo digital, já deve imaginar que estamos falando do Clubhouse, que ultrapassou o TikTok no interesse de busca no início de fevereiro.  Continue acompanhando o texto e entenda tudo sobre a nova rede social do momento! Clubhouse: o que é? O Clubhouse é uma rede social que funciona como uma espécie de podcast interativo. Isso porque ele permite que o usuário só envie áudios. Diferentemente das outras redes sociais, não é possível postar fotos - ao não ser a pequena foto de perfil do usuário - e nem vídeos. Apesar de ter bombado em 2021, quando Elon Musk, CEO da Tesla, utilizou e comentou sobre, o aplicativo foi criado em 2020, por Rohan Seth, ex-funcionário do Google, e por Paul Davidson, empresário do Vale do Silício. A estratégia FOMO, Fear of Missing Out, ou medo de ficar de fora, está sendo apontada como um grande impulsionador da rede, que não para de bater recordes de download.  Por enquanto, só está disponível para sistemas iOS, e é necessário ter convite para acessar - sendo que cada usuário só pode convidar 2 pessoas, tornando a rede social muito cobiçada.  A rede lançada em abril de 2020, já bateu mais de 2 milhões de usuários e se você acha pouco, saiba que o Instagram levou cerca de dois anos para bater essa marca. Como funciona o Clubhouse? É possível procurar por assuntos de seu interesse - muitas vezes com autoridades falando sobre o tópico - e ficar horas ouvindo diversas discussões muito enriquecedoras em salas onde as pessoas podem ser speakers, se convidadas pelo moderador para falar sobre o tema, ou somente ouvintes (os ouvintes podem ser seguidores de qualquer um dos speakers). Também é possível criar Clubs de interesse e, como já era de se esperar, o marketing digital tem sido um dos grandes assuntos entre eles.  Porém, existe um limite de ouvintes na sala, que é de 5 mil pessoas simultâneas. E engana-se quem pensa que o áudio fica gravado! Não há a opção de armazenar conversas, e esses bate-papos já têm duração pré determinada.  O que esperar do Clubhouse? Dados do Google Trends de fevereiro deste ano, indicam que o volume de buscas por “Clubhouse” superou as buscas por “Joe Biden”, atual presidente dos Estados Unidos. Outra dado interessante, é que em maio de 2020 o Clubhouse foi avaliado em 100 milhões de dólares, agora já está sendo avaliado de 1 bilhão de dólares. Utilizando o gatilho da escassez, já que é disponível apenas para usuários do iOS e só é possível entrar com um convite, a rede tem dado o que falar e atraído grandes empresários. Está repleta de grandes nomes dos mais diversos setores. Aliás, o Twitter é outra rede social que já vinha trabalhando em recursos de áudio: o Twitter Audio Spaces, muito semelhante ao Clubhouse. Parece que as salas de áudio são uma grande promessa para os próximos anos, não é mesmo?  Falando sobre a questão da inclusão, deve-se ressaltar que essa rede não abrange surdos não-oralizados e alguns outros grupos. O Instagram, por exemplo, utiliza o recurso #paracegover, que possibilita a audiodescrição para a compreensão de posts. Por outro lado, os criadores já afirmaram que estão trabalhando para disponibilizar o aplicativo para todos, como usuários do Android.  Você já usou o Clubhouse? Conta para a gente!

Clubhouse: o que é?

O Clubhouse é uma rede social que funciona como uma espécie de podcast interativo. Isso porque ele permite que o usuário só envie áudios. Diferentemente das outras redes sociais, não é possível postar fotos - ao não ser a pequena foto de perfil do usuário - e nem vídeos.

Apesar de ter bombado em 2021, quando Elon Musk, CEO da Tesla, utilizou e comentou sobre, o aplicativo foi criado em 2020, por Rohan Seth, ex-funcionário do Google, e por Paul Davidson, empresário do Vale do Silício.

A estratégia FOMO, Fear of Missing Out, ou medo de ficar de fora, está sendo apontada como um grande impulsionador da rede, que não para de bater recordes de download. 

Por enquanto, só está disponível para sistemas iOS, e é necessário ter convite para acessar - sendo que cada usuário só pode convidar 2 pessoas, tornando a rede social muito cobiçada. 

A rede lançada em abril de 2020, já bateu mais de 2 milhões de usuários e se você acha pouco, saiba que o Instagram levou cerca de dois anos para bater essa marca.

Como funciona o Clubhouse?

É possível procurar por assuntos de seu interesse - muitas vezes com autoridades falando sobre o tópico - e ficar horas ouvindo diversas discussões muito enriquecedoras em salas onde as pessoas podem ser speakers, se convidadas pelo moderador para falar sobre o tema, ou somente ouvintes (os ouvintes podem ser seguidores de qualquer um dos speakers).

Também é possível criar Clubs de interesse e, como já era de se esperar, o marketing digital tem sido um dos grandes assuntos entre eles. 

Porém, existe um limite de ouvintes na sala, que é de 5 mil pessoas simultâneas. E engana-se quem pensa que o áudio fica gravado! Não há a opção de armazenar conversas, e esses bate-papos já têm duração pré determinada. 

O que esperar do Clubhouse?

Dados do Google Trends de fevereiro deste ano, indicam que o volume de buscas por “Clubhouse” superou as buscas por “Joe Biden”, atual presidente dos Estados Unidos. Outra dado interessante, é que em maio de 2020 o Clubhouse foi avaliado em 100 milhões de dólares, agora já está sendo avaliado de 1 bilhão de dólares.

Utilizando o gatilho da escassez, já que é disponível apenas para usuários do iOS e só é possível entrar com um convite, a rede tem dado o que falar e atraído grandes empresários. Está repleta de grandes nomes dos mais diversos setores.

Aliás, o Twitter é outra rede social que já vinha trabalhando em recursos de áudio: o Twitter Audio Spaces, muito semelhante ao Clubhouse. Parece que as salas de áudio são uma grande promessa para os próximos anos, não é mesmo? 

Falando sobre a questão da inclusão, deve-se ressaltar que essa rede não abrange surdos não-oralizados e alguns outros grupos. O Instagram, por exemplo, utiliza o recurso #paracegover, que possibilita a audiodescrição para a compreensão de posts.

Por outro lado, os criadores já afirmaram que estão trabalhando para disponibilizar o aplicativo para todos, como usuários do Android. 

Você já usou o Clubhouse? Conta para a gente!

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