Pipeline de vendas: como estruturar para orientar a equipe?

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representação de um pipeline de vendas feito com tachinhas vermelhas em um papel branco

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Confira dicas e notícias sobre esse universo encantador que é o marketing digital.
São diversas as estratégias de SEO que devem ser adotadas para que um conteúdo seja ranqueado nas primeiras páginas dos buscadores. Os backlinks fazem parte dessas estratégias e são muito utilizados. Quer entender o que são backlinks e sua importância? Acompanhe o texto. O que é backlink? Os backlinks são links utilizados como referência em um conteúdo, um link feito de um domínio para o outro. Eles funcionam como uma recomendação sobre o material disponível naquela página. Para os mecanismos de busca, é como se dissessem que aquele site produz um conteúdo relevante sobre o tema e que possui as respostas que os usuários procuram. A partir desses links, os buscadores entendem quais domínios possuem materiais relevantes e atribuem pontos a essas páginas. SEO: backlinks e a sua importância Os mecanismos de pesquisa utilizam diversos fatores para fazer o ranqueamento dos conteúdos. O Google, por exemplo, possui mais de 170 fatores diferentes. Alguns deles são: uso da palavra-chave, velocidade do carregamento da página, usabilidade, tempo de permanência do usuário, entre outros. Nesse texto iremos falar sobre os backlinks, um dos pontos mais importantes para o SEO. Quando alguém está precisando contratar um serviço e recebe a indicação, de alguém da sua confiança, de que um certo profissional ou empresa realiza aquilo e com qualidade, é muito provável que ela procure quem foi indicado e contrate os seus serviços. Assim funcionam os backlinks para os mecanismos de busca, eles são vistos como uma indicação e os ajudam a entender que um conteúdo é relevante. Essas menções ajudam os sites a ganharem autoridade e pontos perante os buscadores, conquistando assim melhores rankings. Os pontos fazem com que o mecanismo de busca exiba o material nas suas primeiras páginas, que são as mais acessadas, visto que ninguém costuma olhar muitas páginas antes de fazer uma nova pesquisa. Uma das estratégias do SEO que os donos de blogs adotam para conseguir que domínios de qualidade mencionem o seu é chamada de linkbuilding, com o qual visam aumentar a relevância do seu site, para serem exibidos nas primeiras páginas, aumentando o seu tráfego orgânico. Mas, apesar dos backlinks serem importantes, é preciso ficar atento à qualidade dos backlink recebidos e feitos no seu domínio, pois nem todos podem trazer benefícios. Fazer menção a um site não confiável ou ser mencionado por um pode fazer com que o seu site perca relevância e qualidade perante os buscadores, afinal, foi associado com um site que não cumpre as diretrizes ou não oferece material relevante. Sites de spam e de conteúdo pornográfico são considerados de baixa qualidade. Leia mais: Inbound Marketing Estratégias de marketing Tipos de backlinks Texto âncora Os textos âncora são textos clicáveis que levarão o leitor para uma página em que estará explicado de forma muito mais detalhada o que estava escrito no texto. Por exemplo: Como gerar leads Essa frase é um texto âncora e o leitor sabe que ao clicar será redirecionado para uma página onde haverá uma explicação sobre como gerar leads, talvez dicas de como fazer, etc. Link Juice Nesse tipo de backlink, tanto o site mencionado, quanto quem mencionou compartilham autoridade. O domínio citado recebe autoridade por ser visto como um conteúdo relevante e o domínio que citou recebe a autoridade que o outro site possui, assim, é percebido pelos mecanismos de busca como um site que cita bons conteúdos. Nofollow link Quando o link possui a tag ‘nofollow’ em seu HTML, o compartilhamento de autoridade citado no Link Juice não acontece, mesmo que ocorra a menção do outro site. Esse tipo de link é utilizado por quem não quer receber backlinks negativos e correr o risco de ser afetado caso seja mencionado por um domínio não confiável. Dofollow link A tag ‘dofollow’ deve ser adicionada ao HTML do link para que ocorra o compartilhamento de autoridade entre as páginas. Internal links Se o dono de um site estiver fazendo um conteúdo e mencionar outro material, em seu próprio site mesmo, para complementar o assunto, isso é chamado de internal links (link internos). São links que levam para outra página sem sair do domínio. Isso faz com que os usuários permaneçam por mais tempo no site, o que também ajuda com o ranqueamento. Low Quality Links Como já mencionado anteriormente, receber backlinks de sites com baixa qualidade pode derrubar a qualidade e rankeamento de um domínio. Esse tipo de backlink representa esses casos. Root Domain Links Os links ‘root domain’ indicam que, mesmo que um site mencione o outro várias vezes, a troca de autoridade será com apenas um único link. Conclusão Lembre-se sempre de ficar atento às estratégias SEO para estar dentro dos parâmetros de busca do Google, incluindo, o uso de backlinks. Assim, seu conteúdo ganha muito mais chances de ser considerado relevante para esses mecanismos de busca.
18/02/2022

Backlinks: saiba o que são e por que são importantes na estratégia SEO

São diversas as estratégias de SEO que devem ser adotadas para que um…
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Um dos maiores desafios de quem trabalha com SEO é acompanhar as atualizações do Google em seu algoritmo. Recentemente, houve uma nova atualização, a Core Update, e vai exigir mais atenção dos profissionais de marketing se quiserem ter suas páginas bem posicionadas no mecanismo de busca. Confira neste texto algumas dessas atualizações. Por que acompanhar as atualizações é importante? Todos os dias, milhares de páginas são publicadas no Google, portanto, a concorrência é brutal. Mas, como ocorre o posicionamento delas dentro do Google? É isso que faz o SEO (Search Engine Optimization), que é um conjunto de técnicas que definem o ranking de uma página a partir de uma palavra-chave. O SEO vai definir uma série de critérios que vão considerar a colocação de uma página a cada busca. Para se ter ideia de como é esse movimento, segundo uma informação do ano passado do Internet Live Stats, diariamente são realizadas mais de 3,5 bilhões de buscas. Por meio de rastreamento, indexação e exibição de resultados, o grande oráculo dos tempos modernos traz as informações com uma grande agilidade e qualidade, se colocando à frente de muitos outros mecanismos de busca, como o Bing, Yahoo, Aol, e mais recentemente, o You.com, que acabou ser lançado e está firmemente empenhado a concorrer com o gigante. Para que isso ocorra de forma organizada e usando quase 200 fatores de ranqueamento, de tempos em tempos, o Google faz atualizações constantes de critérios para seu algoritmo. Só neste ano foram várias atualizações do algoritmo, mas a atualização mais recente, a Core Update, vai movimentar novamente a confecção de conteúdos destinados ao Google, que continuam necessitando apresentar EAT (expertise, autoridade e credibilidade), com textos de qualidade. Atualizações recentes: Page Experience Update e Core Update A Google Page Experience passou a vigorar neste ano, no mês de junho. O foco é na experiência do usuário e estabeleceu os Core Web Vitals, que são 3 novas métricas: LCP (Largest Contentful Paint): avalia a demora no carregamento da página; FID (First Input Delay): avalia tempo de resposta do site; CLS (Cumulative Layout Shift): avalia a estabilidade visual da página. De junho para cá vieram outras atualizações, como a Core Update (junho e julho), que trouxe mudanças extensas, mas não de uma vez, por isso, houve mais atualizações nos meses seguintes. Houve também a Link Spam Udate (junho), com a finalidade de combater os spams, e foi implementada para as páginas web e resultados de imagem. Em novembro, o Google seguiu na linha do combate ao spam e trouxe mais uma atualização dentro desse tema, a Spam Update (novembro). A atualização mais recente do Core Update é de novembro, e foram duas no mesmo mês, que tem a ver com EAT e regras de conteúdo. Conheça dicas importantes para as novas atualizações Veja o que passa a vigorar a partir da Core Update e algumas dicas conforme informações de John Mueller, analista sênior de tendências para webmasters do Google, que tem um programa semanal de perguntas sobre o assunto: Otimização On Page Todos os sites ou páginas devem responder às dúvidas, facilitar a navegação e a experiência dos usuários. Para isso, é preciso ter sempre título coerente com o conteúdo, meta descrição, linkagem interna bem aplicada, imagens com texto alternativo, títulos H1, H2 e H3 e URL amigável. Palavra-chave As palavras-chave devem ser distribuídas de forma natural dentro de um texto e sem excessos. Mas não existe exatamente uma resposta para quantas vezes a palavra-chave deve aparecer, vai depender, basicamente, do tamanho de cada texto. Além disso, uma boa forma de apresentar as palavras-chave é em títulos, especialmente em questões que respondem perguntas dos usuários. Palavra-chave em foco A palavra-chave deve estar sempre o mais visível possível, seja nos títulos, cabeçalhos ou subtítulos. Portanto, comunique a palavra-chave em primeiro lugar em seu título, no primeiro parágrafo do cabeçalho, etc. Conteúdos exclusivos acima da dobra A resposta ao tema principal da palavra-chave deve estar acima da primeira dobra, especialmente quando for exclusivo. Pode ser o próprio texto ou até mesmo um vídeo. Isso vai ajudar o conteúdo a se diferenciar de outras páginas que têm tematização semelhante. Informação importa mais que tamanho Os textos devem ser muito completos, assim, não é exatamente o número de palavras que vai influenciar na classificação, mas o quanto o texto é informativo e explicativo para o seu usuário. O que mais importa é o valor que aquele conteúdo está trazendo para ele. Porém, é importante ressaltar que certos temas não podem ser abordados de forma tão completa e informativa com poucas palavras. Textos âncora precisam apresentar valor O Google usa o texto âncora para saber se a página está sendo vinculada, portanto, neste caso, um texto mais longo pode gerar mais elementos ao buscador para fornecer contexto extra para páginas individuais. Textos duplicados não vão ranquear Quando um texto está exatamente igual ao de outra página, não será visto como um critério negativo. Porém, o próprio Google já informou que não vai apresentar todas as páginas, e escolher apenas uma para ranquear, ignorando as demais. Porém, conteúdos idênticos em formatos diferentes, por exemplo, um vídeo e um texto de blog, não são considerados conteúdos duplicados. Links internos Esses links levam os usuários para outras páginas e aumenta o tempo de permanência do usuário em seu site. Porém, é importante saber que a colocação demasiada de links internos pode prejudicar a classificação da sua página. Além disso, o importante é sempre usar uma página âncora que tem relação com o seu conteúdo. Se o conteúdo tiver valor, cabe um uso um pouco maior de links. Reotimizações precisam ter peso Apenas melhorar a data e colocar algumas palavras secundárias a mais nos textos já publicados e que serão reotimizados não vai influenciar em suas classificações. Agora, é necessário que ocorra ao menos 40% de alteração no conteúdo antigo. Boa ortografia e gramática são essenciais São quesitos de classificação muito destacados pelo Google. Erros de ortografia ou gramática são muitos prejudiciais para uma página. Ter textos bem escritos e de qualidade, são de alta prioridade para o ranqueamento. EAT As páginas, especialmente aquelas com conteúdos específicos e técnicos, precisam de alicerces sólidos, com informações de confiança, com indicações de fontes e autores, para refletir a verdade e passar credibilidade. De preferência que sejam assinadas por especialistas. As pessoas precisam sentir que é uma página para guardar em suas favoritas para esclarecimento de determinados temas. Google não entende sarcasmos Muitos usuários gostam de textos escritos em tom sarcástico, porém, para o Google, esse estilo não altera em nada porque não é fator nenhum de classificação. Em alguns casos, a classificação pode até ser prejudicada já que o algoritmo não entende o sarcasmo e pode interpretar a informação de forma equivocada. Então, é bom evitar. Remover comentários do blog interfere na classificação Os comentários dos usuários são indexados pelo Google como qualquer conteúdo, e podem ser considerados parte daquele conteúdo, embora sejam tratados de forma um pouco diferente pelo algoritmo. Assim, também podem ajudar na classificação nas páginas de pesquisa. Portanto, remover esses comentários pode prejudicar a classificação da página nos resultados de pesquisa. Por outro lado, as avaliações dos clientes não interferem na classificação da página. Core Web Vitals é fator de desempate O Core Web Vitals é um conjunto de diretrizes que tem a finalidade de aumentar a velocidade de carregamento e conceder uma boa experiência o usuário, portanto, em sites que essas diretrizes são aplicadas, será mais que um critério de classificação, pode determinar a colocação de uma página em relação à outra que não se guia por essas orientações. Títulos de páginas originais aparecem na classificação Quando um título é mudado em uma reotimização, o título original continua sendo utilizado para as métricas de classificação. Google meu negócio é importante na classificação Otimizar a ficha do Google Meu Negócio é tão importante para sua classificação quanto atualizar o site. Para buscar locais, é preciso estar fortemente configurado para ser melhor encontrado em perguntas como “perto de mim”. Tamanho da URL é essencial Google aprecia URLs mais curtas para apresentar os resultados de pesquisa. Leia também: Google Web Stories O que o SEO faz para os seus resultados? A dúvida sobre a continuidade do SEO surge sempre que sai uma nova atualização, como a Core Update. Mas, apesar de uma crescente tendência de humanização dos mecanismos de busca, é certo que o SEO permanece firme e forte. Essas novas atualizações podem servir, inclusive, para otimização dos sites, portanto, é interessante que os programadores fiquem muito atentos a esses novos movimentos do Google, especialmente após a divulgação da atualização da experiência de página e Core Web Vitals, que entraram em cena em junho de 2021. Além disso, é sempre imperativo pensar se o conteúdo publicado está fazendo sentido para o seu usuário, mesmo com o uso das palavras-chaves e secundárias de acordo com as regras do SEO. Para ter realmente um bom efeito, o conteúdo deve sempre se conectar com o seu público-alvo.
14/12/2021

Core Update: dicas sobre as atualizações do Google para SEO

Um dos maiores desafios de quem trabalha com SEO é acompanhar as atualizações…
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You.com chega ao mercado para rivalizar com o Google | GS2 MKT Digital
You.com chega ao mercado para rivalizar com o Google
13/11/2021

You.com chega ao mercado para rivalizar com o Google

O que é o You.com? Para fornecer dados mais confiáveis, o You.com usa…
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Ocupando o primeiro lugar entre os sites de busca, o Google acaba de lançar a novidade chamada “Google Web Stories”. Continue lendo e saiba mais sobre o tema! Google Web Stories: o que é? Seguindo a tendência de conteúdos cada vez mais dinâmicos e humanizados, o Google lançou o Google Web Stories (ou AMP Stories), uma ferramenta bem semelhante ao que conhecemos na rede social Instagram, a qual foi criada em 2016. Basicamente, são informações rápidas e fáceis do usuário consumir, fazendo jus ao objetivo da novidade, que é melhorar a experiência do usuário ao consumir conteúdos digitais. A grande diferença dos stories do Instagram para o Google Web Stories é que, no segundo caso, é possível criar stories que duram “para sempre”, além de poder adicionar links e ser uma boa maneira de aumentar a taxa de indexação do seu site no Google. Com um formato estilo carrossel, os web stories aparecem com mais frequência para quem usa o Google por meio de dispositivos móveis. Porém, também estão disponíveis para desktop, tanto na busca convencional, como no Google Imagens e no Google Discover. Já comentamos por aqui como os vídeos são uma excelente maneira de cativar e engajar o público. Segundo dados disponibilizados pelo Google, já são cerca de 100.000 novos stories publicados diariamente e mais de 6.500 domínios utilizando a ferramenta. Ou seja, essa é apenas mais uma prova do quanto é importante ficar atento às novidades, para que a sua marca continue se destacando cada vez mais, em meio a um mercado tão concorrido. Como navegar nos Web Stories? Se você ficou interessado e quer saber como acessar e utilizar os web stories do Google, confira o passo a passo: Navegar entre páginas Para avançar: toque no lado direito da tela; Para voltar: toque no lado esquerdo da tela. Pausar story Toque em qualquer lugar na tela e a mantenha pressionada. Alternar entre stories Para acessar a próxima página: deslize para a esquerda; Para acessar a página anterior: deslize para a direita. Compartilhar story Na parte inferior, toque em "Compartilhar''. Confira boas práticas de uso dos Web Stories Se você ficou curioso com a novidade e quer saber como utilizar, confira algumas dicas de boas práticas dadas pelo próprio Google, para o uso da ferramenta: Dê preferência para conteúdos em vídeo, deixando imagens e textos apenas como um complemento; Evite o uso de texto excessivo; Falando em SEO, disponibilize conteúdos de alta qualidade e úteis; Use títulos curtos; Todas as Web Stories precisam ser canônicas. Verifique se cada Web Story tem o atributo link rel="canonical"; Permita a visualização desktop, adicionando a compatibilidade com exibição em modo paisagem; Respeite o tamanho das imagens de pelo menos 640 x 853 px e use uma proporção de 3:4, dentre outras dicas, que podem ser acessadas na central de pesquisa do Google. Como criar um Web Stories? Para criar conteúdo nesse formato, algumas ferramentas podem te ajudar, como: Plugin do Web Stories para WordPress; MakeStories – ferramenta de criação; NewsroomAI – ferramenta de criação. No caso do plugin do WordPress, o interessante é que você pode criar os stories do seu próprio site. Para isso, siga o passo a passo: Faça o login no seu painel de administrador; Passe o mouse na opção “plugins” e clique em “Adicionar novo”. No campo de busca, digite “Web Stories” e instale; Clique em “Ativar”; Depois, é só começar a criar, sendo muito semelhante a ferramenta Canva. Já no caso das ferramentas MakeStories e NewsroomAI, basta criar o web stories - lembrando de produzir no formato vertical - e começar a utilizá-lo. Após o processo de criação, você deverá verificar se o Web Stories é uma AMP válida - você pode utilizar a ferramenta do Google para isso, verificar os seus metadados e, por fim, checar se os stories estão indexados pelo algoritmo do Google. Por que investir nos Web Stories do Google? Além de ser um formato já bastante conhecido no meio digital, ele é uma excelente maneira de engajar o seu público e conquistar tráfego, e de maneira totalmente gratuita. Mas lembre-se: por serem conteúdos rápidos e dinâmicos, é preciso usá-los estrategicamente e seguindo o manual de boas práticas, a fim de ter bons resultados. Outro ponto interessante é que os Web Stories podem ser feitos por qualquer pessoa, e não só por grandes empresas. Todo tipo e tamanho de negócio pode usufruir da novidade. E então, você já tinha ouvido falar da novidade? Aproveite todos os recursos que a web tem a oferecer e eleve o potencial da sua marca. Precisando de ajuda, conte com a GS2 Marketing Digital.
20/09/2021

Google Web Stories: entenda o que significa a novidade do Google

Ocupando o primeiro lugar entre os sites de busca, o Google acaba de…
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Que o Google lança atualizações a todo momento, não é segredo para ninguém. O Google Page Experience é uma delas! E é preciso ficar atento a ela se você não quer que o ranqueamento da sua página seja afetado! Continue lendo o texto e entenda tudo sobre o assunto! Google Page Experience: o que é? O Google está sempre inovando e buscando maneiras de entregar a melhor experiência possível ao usuário. E o Google Page Experience é justamente sobre isso! Ele chega como uma nova atualização prevista entre junho e agosto de 2021, e basicamente mede a percepção de um usuário ao interagir com um site. A princípio, ele será lançado primeiramente para dispositivos móveis, e posteriormente para desktop. Nós sempre batemos na tecla sobre a importância de utilizar estratégias de SEO para otimizar o site da sua empresa e garantir um bom ranqueamento diante de tantos concorrentes. Também já falamos diversas vezes por aqui sobre a questão da velocidade de carregamento, uso de palavras-chaves e conteúdos responsivos para o mobile. Agora, a nova atualização do Google chega como um novo fator de ranqueamento e coloca em risco aqueles sites que não se adequarem às medidas de UX (User Experience). Entenda o termo UX (User Experience) User Experience (UX) é um termo em inglês usado para definir toda a experiência do usuário com uma marca, produto ou serviço. É importante lembrar que ele diz respeito desde o primeiro contato com a marca, até o pós-venda e a fidelização do cliente. Toda essa jornada deve ser agradável, preparando esse visitante para o momento ideal de compra. E claro, quanto melhor for a experiência do usuário, mais propenso ele se mostra a consumir de uma determinada empresa e recomendá-las para pessoas próximas a ele (a). Ou seja, o usuário (ou cliente) deve ser o foco da atenção da marca, e entregar uma experiência inesquecível para aquele visitante. Até porque sabemos que as pessoas não estão atrás apenas de um produto ou serviço, mas sim da solução que isso traz para vida delas. Portanto, é fundamental conhecer o seu público-alvo e a sua persona, entender suas dores e o que ela deseja consumir, e então entregar isso da melhor maneira possível a ela. Um exemplo clássico é quando o usuário acessa alguma página na web e aparece o aviso de “404 Error – page not found”. É muito provável que ele não retorne o contato com essa empresa, já que a primeira experiência não foi muito agradável, não é mesmo?! Agora que você já entendeu um pouco mais sobre UX, chegou a hora de entender de que maneira a nova atualização do Google funciona. Vamos lá? Google Page Experience: como ele funciona? Para avaliar a experiência do usuário na página, o Google utilizará o Core Web Vitals, um conjunto de métricas que analisa a experiência do usuário em seu site, além de outras orientações já existentes na plataforma. Ele leva em consideração 3 quesitos: Largest Contentful Paint (LCP), ou seja, a velocidade de carregamento da página; First Input Delay (FID), que mede a interatividade (ele calcula quanto tempo demora para o usuário ter alguma resposta do site depois que ele executa a sua primeira ação); Cumulative Layout Shift (CLS), que mede a estabilidade visual da página (aparecimento de pop up, gifs, etc, que dificultam o acesso ao conteúdo). Além disso, o Google Page Experience também levará em consideração outras orientações já existentes na plataforma e que sempre falamos por aqui, como: conteúdos responsivos para o mobile; Safe-browsing (conteúdo seguros e apropriados para acesso); Conexão segura e o Intrusive interstitials (ou intersticiais intrusivos), que são o uso de banners ou pop-ups que atrapalham a visualização da página. Google Page Experience: como ele afeta meu site? Uma vez que ele é um novo fator importantíssimo de ranqueamento, é preciso ficar atento, pois a redução do tráfego orgânico significa menores chances de ser achado na web e, consequentemente, converter em vendas. Sabendo disso, é importante se preparar prestando atenção em aspectos como: Otimize a velocidade do seu site; Reduza erros 404 - page not found; Aprimore o design da página; Entenda o que os seus concorrentes estão fazendo e tire lições do que funciona e do que não funciona tão bem assim. E vale lembrar, sempre, que uma boa experiência ao usuário engloba entender o que ele deseja consumir e produzir os conteúdos voltados às necessidades da sua persona, entregando sempre as melhores informações, que sejam relevantes aos visitantes da página. Sua empresa já está preparada para essa atualização? Contar com profissionais especializados no assunto nunca foi tão importante! Precisando de ajuda, entre em contato com a gente!
Google Page Experience: entenda a nova atualização do Google
26/05/2021

Google Page Experience: entenda a nova atualização

Google Page Experience: entenda a nova atualização Que o Google lança atualizações a…
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Nem todas as pesquisas que fazemos na web tem um baixo nível de complexidade. Muitas vezes nos deparamos com assuntos que são necessários um alto número de buscas para se chegar a aquilo que queremos saber - em média, o Google considera que as pessoas fazem oito pesquisas para se chegar a resposta de tarefas complexas. Porém, em um futuro muito próximo, isso não será mais necessário! É o que promete a nova ferramenta do Google, o MUM - Multitask Unified Model. Continue lendo o texto e entenda tudo sobre o assunto! O que é MUM? O MUM (Multitask Unified Model) é a novidade do Google que chegará para substituir o BERT, lançado em 2019. Como já dito acima, ainda não é possível chegar a respostas de assuntos complexos com uma simples pesquisa, da forma como um especialista no assunto trataria o tópico. Pelo contrário, são necessárias diversas buscas refinadas para que o usuário consiga (ou chegue perto) da resposta que ele precisa. Quer um exemplo? Imagine que você fez uma prova de uma determinada instituição para concorrer a uma vaga de emprego. Porém, agora você fará uma prova de outra instituição, diferente da primeira, mas com o mesmo objetivo - a vaga de emprego. É normal que você queira saber o que fazer de forma diferente para se preparar, afinal esse é um passo muito importante em sua vida. Porém, para pesquisar esse assunto no Google, certamente você precisaria fazer diversas buscas refinadas para chegar a resposta tão almejada. Porém, com o MUM isso não será mais necessário! Segundo o Google, ele é 1.000 vezes mais poderoso que o BERT. Ele é treinado em 75 idiomas e consegue executar diferentes tarefas ao mesmo tempo, como ler um texto, entender todo o seu significado, utilizar áudios e vídeos para estudar mais sobre o assunto, além de pesquisar em idiomas diferentes e produzir um conteúdo completo com tudo relacionado ao tema. Com ele, o exemplo acima poderia ser facilmente resolvido, trazendo indicações de cursos, testes onlines, livros, e muito mais! Aliás, conectado ao Google Lens, será até mesmo possível tirar foto de algum livro, por exemplo, e perguntar se ele é adequado para se preparar para a prova em questão. Impressionante a maneira como ele humaniza todo o processo de busca, não é mesmo?! Confira a cronologia das principais atualizações do Google dezembro/2000: Google lança a “barra de ferramentas” do navegador; fevereiro/2004: Google implementa uma variedade de mudanças,como expansão massiva do índice, indexação semântica latente (LSI) e maior atenção à relevância do texto âncora; janeiro/2005: Para combater o spam e controlar a qualidade do link de saída, Google, Yahoo e Microsoft lançam o "nofollow"; junho/2005: Google lança uma nova versão da pesquisa personalizada, a fim de moldar consultas futuras com base nas escolhas dos usuários; agosto/2008: é lançado o Suggest (que posteriormente recebeu o nome de Google Instant), que exibe pesquisas sugeridas em uma lista suspensa abaixo da caixa de pesquisa à medida que os visitantes digitam suas consultas; novembro/2010: lançamento do ícone de lupa, que aparece nos resultados de pesquisa do Google e permite que os visitantes da pesquisa visualizem rapidamente as páginas de destino diretamente dos SERPs; janeiro/2012: Google anuncia mudanças como detecção da qualidade de página de destino de pesquisa de imagens, links de sites mais relevantes e melhorias de consultas relacionadas; janeiro 2017: Google começa a implementar uma penalidade para punir intersticiais e pop-ups agressivos que podem prejudicar a experiência do usuário móvel; junho/2017: Google lança oficialmente seu portal de empregos, com dados coletados dos principais fornecedores, como LinkedIn e Glassdoor; março/2018: Google anuncia que o índice mobile-first estava sendo lançado, tornando a velocidade da página um fator de classificação para resultados móveis; dezembro/2019: Google confirma que o BERT estava sendo implantado internacionalmente, em 70 idiomas; maio/2021: Google anuncia a ferramenta MUM, que virá para substituir o BERT, mas ainda sem data de lançamento. Qual a diferença entre MUM e BERT? O grande objetivo do MUM é ajudar os usuários a chegarem nas respostas que procuram com menos pesquisa. A grande diferença entre o BERT, como mencionado, é que o MUM é 1.000 vezes mais poderoso. O que esperar do MUM? O BERT também tinha o objetivo de levar a uma melhor compreensão das consultas e do conteúdo, mas com o auxílio da IA - inteligência artificial - o MUM usará de artifícios audiovisuais para entender e entregar, de forma rápida e eficiente, aquilo que o usuário busca. O Google deixa claro que a nova ferramenta passará por diversos testes antes de entrar no ar, assim como foi feito com outras atualizações, prestando muita atenção, por exemplo, em padrões que indicam viés/preconceitos no aprendizado de máquina para evitar a introdução desses preconceitos nos sistemas. Portanto, não há um prazo para o lançamento dessa ferramenta tão aguardada, mas, como sempre, é necessário ir se preparando, e claro, produzindo conteúdo de qualidade que atenda sempre as necessidades do seu público-alvo e da sua persona! Sua empresa tem se preparado diante das atualizações cada vez mais inteligentes e humanizadas da plataforma? Conte com a GS2 Marketing Digital nessa missão!
25/05/2021

Google MUM: nova tecnologia para consultas de pesquisa complexas

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Fatores de rankeamento no Google: quais são eles?
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10/05/2021

Ranqueamento no Google: quais são os fatores?

Fatores de rankeamento no Google: Quais são eles? Muito se fala sobre os…
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Se você já andou pesquisando sobre SEO, provavelmente já ouviu falar no nome Rand Fishkin. Ele é fundador da MOZ e um dos maiores nomes do SEO mundial. Além disso, ele também é CEO da Sparktoro que, em parceria com a SimilarWeb - companhia de tecnologias de informação - divulgaram os resultados de busca no Google em 2020. Continue lendo e entenda o assunto! Pesquisa Sparktoro e SimilarWeb: confira os resultados A pesquisa é mundial, e foi feita de janeiro a dezembro de 2020, a partir da análise de aproximadamente 5,1 trilhões de buscas feitas, sejam elas em dispositivos móveis (iOS e Android) ou desktop, trouxe dados muito importantes a serem analisados: 33,59% resultaram em cliques nos resultados da pesquisa orgânica; 1,59% resultaram em cliques em resultados de pesquisa paga; 64,82% das pesquisas no Google (desktop e celular combinados) terminaram no que se chama de zero-click searches. Ou seja, terminaram no próprio Google, não levando o usuário a nenhum outro site. Agora, dividindo a pesquisa entre mobile e desktop, temos números ainda mais surpreendentes! Desktop: 50,75% resultaram em cliques nos resultados da pesquisa orgânica; 2,78% resultaram em cliques em resultados de pesquisa paga; 46,48% das pesquisas no Google terminaram no que se chama de zero-click searches; Vale lembrar que, com o isolamento social resultante da pandemia, e os trabalhos em “modo” home office, o número de pessoas utilizando o desktop aumentou. Mobile: Já no mobile, os resultados foram um pouco diferentes: 21,99% resultaram em cliques nos resultados da pesquisa orgânica; 0,79% resultaram em cliques em resultados de pesquisa paga; 77,22% das pesquisas no Google terminaram no que se chama de zero-click searches Isso mostra uma tendência do Google em priorizar o Full Mobile-First Index, para que todos os sites indexados no buscador ofereçam a melhor experiência para quem utiliza dispositivos móveis para suas pesquisas. Até porque, apesar do uso do desktop ter aumentado, os acessos e buscas feitos por dispositivos móveis continuam como uma grande tendência. Essa atualização começou em 2016, sendo que os sites tinham até 2020 para fazer as melhorias. Porém, com a pandemia provocada pelo Covid-19, essa data mudou para março de 2021.  Zero-click-search: o que é? Se você ainda tem dúvida do que se trata o zero-click-searches, vamos te explicar: sabe quando você está com uma dúvida de português (ou qualquer outro idioma) e procura no Google como se escreve essa palavra? Muito provavelmente, ao realizar a pesquisa, você acaba se deparando logo de cara com o que procurava, não necessitando clicar em nenhum site para isso. É isso que se chama de “clique zero”.  Para explicar esse aumento, o próprio Google formulou alguma de suas explicações: Reformulação das buscas: usuário não especifica tão bem o que procurava em sua primeira tentativa, tendo que reformular sua palavra-chave e fazendo uma nova busca, achando o que procurava; Informações rápidas: exemplo dado acima, ao procurar uma dúvida de português; Busca do local antes de visitá-lo ou contatá-lo: antes de visitar um local, é comum procurarmos por seu endereço, por exemplo. Além disso, muitas pessoas buscam o telefone de empresas também, para entrar em contato; Direcionamento a aplicativos: Ao procurar por uma marca, pode ser que você acabe achando o Instagram dela na busca. Se você tem esse aplicativo instalado, é muito provável que você seja direcionado por lá, e não entrando no site em si. A importância de tráfego orgânico Outro ponto importante que a pesquisa revela, em comparação com uma pesquisa de 2019, é que os cliques orgânicos aumentaram em 2020. Ao realizar uma busca no Google, também nota-se que os primeiros resultados são os anúncios e, sem a necessidade de rolar a página, temos três resultados orgânicos.  Depois disso, aí sim seria necessário rolar a página. Aí a necessidade em investir em seu tráfego orgânico, já que a maior concentração de cliques da SERP (Search Engine Results Page, ou página com os resultados da busca) estará nesses primeiros 3 resultados. Para isso, é fundamental entender seu nicho de mercado e a persona (ou personas) da sua marca. E para entender a intenção de busca do seu cliente ideal, é interessante contar com a ajuda de ferramentas de marketing digital que te auxiliam na busca por palavras-chave, como o SEMRush.  Dessa forma, você consegue descobrir, pelo volume de busca, a “dor” da sua persona e o tipo de conteúdo que ela deseja consumir.  Vale também fazer uma pesquisa de uma palavra-chave do seu nicho de mercado e notar quem são os concorrentes que aparecem nos 3 primeiros resultados orgânicos, e as estratégias utilizadas por eles. Também separamos algumas outras dicas para você rankear ainda mais os seus conteúdos: Utilize títulos e descrições que chamam atenção da sua persona - aqui, vale fazer testes e ver o que performa melhor; Otimize suas imagens, utilizando o texto alternativo; Faça uso de linkagem interna; Certifique-se que seu site é responsivo - isto é, oferecem uma boa experiência tanto no desktop quanto no mobile; Utilize títulos e subtítulos (título 1, título 2 e título 3); Faça URLs fáceis e claras, utilizando sua palavra-chave principal. Sua marca já está preparada e investindo em tráfego orgânico? É importante colocar as mãos na massa para não ser esquecido em meio a tantos concorrentes!  Precisando de ajuda, entre em contato com a gente!
Pesquisa Sparktoro - Similarweb -2020 | Reforça Importância do Tráfego Orgânico
26/03/2021

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